
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) encerrou oficialmente as tratativas com Carlo Ancelotti, que era cotado para assumir o comando da seleção brasileira. O acordo, que já contava com um acerto verbal, esbarrou em uma exigência financeira: o Real Madrid se recusou a pagar a multa rescisória pela saída antecipada do treinador, cujo contrato vai até junho de 2026.
Mesmo diante da insatisfação da diretoria merengue com os resultados da temporada — incluindo a eliminação na Liga dos Campeões e a derrota para o Barcelona na Copa do Rei —, o presidente Florentino Pérez bateu o martelo e não aceitou arcar com os custos do rompimento contratual. Ancelotti, por sua vez, não abriu mão da compensação para deixar o cargo antes do término do vínculo.
Diante do impasse, a CBF optou por encerrar as conversas, descartando a chegada do técnico italiano. Com o nome de Ancelotti fora do radar, Jorge Jesus, atualmente em fase de saída do Al-Hilal, surge como o favorito para assumir a Seleção.
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