
A Secretaria de Saúde de Ivaiporã confirmou dois casos positivos de dengue e o primeiro caso de Chikungunya no município. O caso de Chikungunya é considerado importado, ou seja, contraído fora da cidade, mas serve como alerta para a necessidade de reforçar as ações preventivas contra a proliferação do mosquito Aedes aegypti.
Cristiane Pantaleão, secretária de Saúde, destacou a importância de intensificar as medidas preventivas, pois tanto a dengue quanto a Chikungunya são transmitidas pelo mesmo mosquito e podem causar sérios problemas de saúde. A Chikungunya, além da dor intensa nas articulações e febre, pode gerar fadiga prolongada, e em alguns casos, exige fisioterapia para recuperação dos movimentos afetados.
A preocupação se estende à circulação da dengue tipo 3 no Paraná, que pode causar uma epidemia grave, já que muitas pessoas não têm imunidade contra esse tipo de vírus. "Se a dengue tipo 3 chegar a Ivaiporã, podemos enfrentar uma situação tão grave quanto a epidemia de 2024", alertou a secretária.
A Secretaria de Saúde intensificou o monitoramento do Aedes aegypti, com a instalação de armadilhas para mapear as áreas mais infestadas e a aplicação de borrifação residual domiciliar em regiões críticas. Porém, a secretária reforçou que essas medidas dependem da colaboração da população, já que 90% dos focos de proliferação estão nas residências, em locais como ralos, vasos de plantas e bebedouros de animais.
“A prevenção é a nossa principal arma contra epidemias. Pedimos à população que dedique apenas 10 minutos por semana para limpar seus quintais e eliminar criadouros”, concluiu Cristiane Pantaleão.
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