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Mulher fica sem luz, e terceirizado da Copel a estupra dentro de casa

Funcionário teria cometido o abuso no porão da casa da vítima após ser chamado para resolver problema de falta de energia. Ele foi demitido após a denúncia.

08/07/2025 às 16h09
Por: Admin Fonte: TN Online
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Mulher fica sem luz, e terceirizado da Copel a estupra dentro de casa

Um eletricista terceirizado da Companhia Paranaense de Energia (Copel) foi indiciado por estupro após ser acusado de abusar sexualmente de uma jovem de 18 anos dentro da casa dela, no município de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

O caso aconteceu no dia 30 de maio, quando a vítima acionou a Copel após ficar sem energia elétrica em sua residência. Dois funcionários de uma empresa terceirizada foram enviados para realizar o atendimento. De acordo com a denúncia, um dos técnicos levou a jovem até o porão da casa para buscar uma ferramenta e cometeu o abuso no local.

O crime só foi registrado oficialmente em 9 de junho, quando a jovem procurou a Delegacia da Mulher após relatar o ocorrido por e-mail. Segundo a delegada responsável pelo caso, Cláudia Krüger, o depoimento da vítima foi confirmado por testemunhas.

Em trecho divulgado do e-mail, a jovem detalha que o homem forçou um beijo e, em seguida, manteve relação sem o seu consentimento, enquanto ela permanecia em estado de choque. “Eu não queria aquilo, mas não consegui falar na hora”, escreveu ela. Após pedir que ele parasse, temendo uma possível gravidez, o agressor cessou e ambos retornaram para dentro da casa.

A Copel informou que, assim que tomou conhecimento da denúncia, notificou a empresa terceirizada, que demitiu o funcionário no mesmo dia. A companhia também ressaltou que nenhum colaborador – próprio ou contratado – tem autorização para entrar em áreas internas da residência, exceto para acessar o medidor de energia.

Apesar de indiciado, o suspeito não foi preso, já que o flagrante não foi possível. No entanto, a Polícia Civil não descarta solicitar a prisão preventiva. O caso está agora sob avaliação do Ministério Público, que decidirá se oferece ou não a denúncia formal contra o acusado. Se condenado, ele pode pegar até 10 anos de prisão.

Denuncie!

Situações de violência podem ser denunciadas anonimamente pelos telefones:
197 (Polícia Civil)
181 (Disque-Denúncia)
Em casos de emergência, ligue 190 (Polícia Militar).

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