Uma nova pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (2) mostra um cenário de divisão entre os brasileiros na avaliação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo o levantamento, 48% dos entrevistados desaprovam a atual gestão, enquanto 45% afirmam aprová-la. Outros 7% não souberam ou preferiram não responder.
Quando os participantes foram questionados sobre como classificam o governo, 35% avaliaram a administração como ótima ou boa. Outros 25% consideraram regular, enquanto 37% classificaram a gestão como ruim ou péssima. Os que não souberam ou não responderam representam 3%.
Os números mostram uma diferença de três pontos percentuais entre aprovação e desaprovação. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os índices apresentam proximidade no levantamento.
Além da avaliação do governo, a Quaest mediu a rejeição a nomes apresentados aos entrevistados no cenário político nacional.
Flávio Bolsonaro (PL) registrou o maior índice entre os nomes testados: 55% disseram que não votariam nele de jeito nenhum.
Lula aparece logo atrás, com rejeição de 53%. Na sequência estão Pablo Marçal (PRTB), com 44%; Ronaldo Caiado (PSD), com 40%; e Romeu Zema (Novo), com 38%.
Renan Santos (Missão) registra 28%, Augusto Cury (Avante), 25%, e Rui Costa Pimenta (PCO), 23%.
Samara Martins (UP) e Edmilson Costa (PCB) aparecem com 11% cada. Wilson Grassi (Democrata) e Hertz Dias (PSTU) registram 10%, enquanto Clariana Barão (DC) aparece com 7%.
A Quaest entrevistou 2.004 eleitores brasileiros com 16 anos ou mais entre os dias 30 de agosto e 1º de setembro de 2026.
A margem de erro informada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07065/2026.
De acordo com os dados divulgados, a pesquisa teve custo de R$ 314.628 e foi contratada pelo Grupo Globo.
Os resultados colocam a avaliação do governo e a rejeição dos principais nomes nacionais no centro do debate político, em um momento de intensificação das articulações para a disputa eleitoral de 2026.