
O Papa Francisco, de 88 anos, continua internado no hospital Gemelli, em Roma, após ser diagnosticado com uma "infecção respiratória polimicrobiana", uma condição complexa causada por uma combinação de vírus, bactérias, fungos e parasitas. A informação foi confirmada pelo porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, que explicou que os exames realizados indicam a necessidade de um tratamento especializado e de uma estadia hospitalar prolongada.
Embora não tenha sido especificado o cronograma de sua hospitalização nem os medicamentos exatos que estão sendo usados, o porta-voz informou que os sintomas graves exigem uma atenção contínua e tratamentos adequados. Apesar disso, o Papa leu jornais e teve o café da manhã nesta segunda-feira (17), o que sugere que seu quadro, embora grave, é estável.
O pontífice argentino cancelou compromissos nesta segunda-feira e a sua participação nos próximos eventos, como a audiência geral de quarta-feira (19) e a ordenação de diáconos no domingo, é incerta, embora ainda constem na agenda oficial. A situação se agravou após uma crise de bronquite, e a infecção respiratória foi diagnosticada depois que o papa sentiu dificuldades respiratórias na sexta-feira (14), interrompendo sua rotina de compromissos.
Com uma saúde fragilizada ao longo dos anos, o papa teve parte do pulmão removido quando jovem devido a uma infecção pulmonar e, recentemente, passou por um quadro grave de pneumonia. Mesmo assim, ele manteve uma agenda extenuante, caracterizando-se como um líder incansável da Igreja Católica.
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